Atualizado em 28 de setembro | 2020 por SAS

Estimular o aluno a ampliar os conhecimentos, por meio da curiosidade, para desenvolver o pensamento crítico é um dos grandes desafios enfrentados pelos professores do século XXI. Para vencer este desafio, a professora de Geografia Míryan de Cássia, do Colégio Educallis (MA), proporcionou aos seus alunos do 6º ano a vivência de uma aula de campo no Viveiro Tracoá, em São José de Ribamar, cidade maranhense.

O local é um sítio que cultiva uma variedade de plantas, com peixes ornamentais e viveiros de animais e dispõe de parquinho rústico para as crianças brincarem. Com o propósito de pesquisar a paisagem do Viveiro, a aula possibilitou ao aluno ter o contato com elementos da natureza, além de observar as ações do homem e seus impactos no meio ambiente e compreender o conceito geográfico da área analisada.

Dessa forma, os estudantes foram incentivados a explorarem, juntamente com a professora Míryan, o conteúdo do material didático SAS na unidade temática “O sujeito e seu lugar no mundo”.

Antes de iniciar a prática, foram realizadas pesquisas acerca da área em estudo, a divisão dos grupos, socialização e apresentação da pesquisa realizada e orientações relacionadas à aula de campo. No dia da vivência no Viveiro, os grupos se organizaram e receberam Ipads para realizar as atividades sugeridas pela professora. Após a aula de campo, os alunos compartilharam os conhecimentos adquiridos.

Ao concluírem a pesquisa foi observado que a temática abordada, colaborou com o aprofundamento da disciplina de Geografia, fazendo com que o aluno se tornasse protagonista no seu processo de aprendizagem, contribuindo também para o próprio desenvolvimento do pensamento crítico e criativo. Foram desenvolvidas ainda atividades voltadas para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como a empatia, cooperação, responsabilidade e cidadania. Desta forma, a aproximação dos estudantes com a realidade vivenciada por meio da análise da paisagem deu significado ao estudo e norteou no aprendizado.

Alinhado à BNCC, o projeto trabalhou as competências curiosidade intelectual e argumentação, quando os alunos, além de recorrerem à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, reflexão, análise crítica, imaginação e criatividade, tornaram-se capazes de argumenta com base em fatos, dados e informações confiáveis, promovendo assim, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local.

Texto: Danielle Rodrigues e Tatiany Bezerra